Quantas vezes se deve levar o cão à rua?

       Adoptaram um cão e não sabem quanto tempo devemos passeá-lo para que este seja feliz e não se limite a sobreviver? Há muitas pessoas que levam duas vezes o cão à rua e acham suficiente, mas o cão mostra que está infeliz ou não consegue cumprir com as necessidades fora de casa, porque não esteve tempo suficiente para o efeito na rua. Existe também o caso de quem o leve à rua essas duas vezes, durante menos tempo, e ele pareça feliz. É importante que se dedique o devido tempo ao seu patudo desde o momento em que se decide adoptar o cão.
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       A partir do momento em que os cães ainda bebés podem ir à rua, já tendo as devidas vacinas para o efeito, este deve aprender a relacionar-se com outros cães e pessoas, bem como a urinar nos passeios diários na rua, ao invés de o fazer em casa. É óbvio que nos primeiros tempos o cão vai acabar por fazer as suas necessidades fisiológicas dentro de casa, até aprender a fazê-las na rua. Para tal, é preciso que se crie esse hábito. Deve haver muita paciência da parte dos tutores até que chegue à altura em que se entendam bem neste aspecto. Devemos tentar antecipar que as vontades do cão, até que este se habitue a fazer fora de casa. Este cálculo dependerá do cão, e da sua capacidade de aprendizagem, mas o tempo que aguenta até fazer irá aumentar entre os passeios, com o passar das primeiras semanas. Devemos então ser conscientes no tempo que demoramos até os levar a passear, para que o cão não crie problemas urinários por esperar demais.
       É importante reter que nunca em situação alguma devemos recriminar o cão por ter feito as suas necessidades, já que isso fará com que estes não queiram fazer por acharem que é algo errado, podendo dar origem a doenças do foro urinário. Não queremos que isso aconteça. Pelo contrário, vamos querer que exista uma educação com base no reforço positivo. Ignoramos o animal sempre que fizer as necessidades no sítio errado e mimamos com muitas festas e alegria quando fizer no sítio certo, podendo inclusivamente dar um biscoito como incentivo a que faça como queremos.
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       Assim que o cão aprenda a fazer as necessidades fisiológicas fora de casa, devemos promover uma rotina, que nos seja conveniente, para evitar que os cães controlem demasiado tempo as suas vontades mais primárias. Evidentemente que um galgo não irá precisar de fazer o mesmo exercício que um caniche, nem um podengo precisará do mesmo tempo de exercício que um bulldog francês. Todas as actividades dependem de animal para animal. De qualquer forma, numa média, qualquer cão deve passear entre 45 a 90 minutos cada dia, quer seja num aglomerado de duas vezes ou de quatro passeios, sendo que isto já irá depender também da disponibilidade do tutor.
       Tenham em mente que passear com o cão não deve ser somente para efectuar as necessidades fisiológicas fora de casa. Este é também o tempo de correr, de brincar atirando a bola ou um pau na rua. É um tempo de convívio entre cão e tutor.
       Nos passeios lembrem-se de transportar água e um recipiente para que o cão possa beber convenientemente. Consoante o estado de tempo devem oferecer mais ou menos vezes água, pois em tempo de calor os cães procuram mais água que no Inverno. Caso o passeio seja longo, devem transportar também comida. Outra coisa que não podem mesmo esquecer-se é que o mundo não é um reservatório de dejectos, pelo que devem ter preso à trela uma caixa com sacos para apanhar as necessidades fisiológicas de carácter sólido feitas pelo cão.
       Tenham em atenção o facto de a junta poder colocar pesticidas na relva; cuidado com a existência de lagartas do pinheiro; estejam atentos a comida que possa haver no local de passeio, porque há muitas pessoas más no mundo. Nunca deixem de ver o vosso cão, por mais confortável que ambos estejam no local. Nunca se sabe quando é que vai haver motivo para que o cão fuja ou surja algo de novo no local já previamente conhecido.

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